Formula D - carros

É um campeonato que começou inicialmente no Japão, cuja inspiração teve inicio num piloto japonês, chamado Kunimitsu Takahashi, criador da técnica em 1970 e se expandiu por todo mundo.

Em Portugal foi feita uma apresentação no Porto no Circuito da Boavista e a abertura de uma escola de condução para este campeonato os carros utilizados são os Subarus da Yukes.

Os carros utilizados em drift são bastante leves ficando por cerca de 1200 Kilos cada, é retirado praticamente tudo o que não faz falta, como: forros, todos os bancos deixando só o do piloto, mas alterando para um desportivo, alcatifas protecções em plástico entre outras.

No Japão os carros mais utilizados são o Nissan Silvia/180SX, Toyota AE86, Mazda RX-7, Nissan Cefiro (versão com tração traseira), Nissan Laurel, Nissan Skyline (com tracção traseira), Nissan Fairlady Z, Toyota Altezza, Toyota Soarer, Honda S2000, e Mazda Miata. Ja a competição de drift nos EUA utiliza versões locais desses carros (tais como Nissan 240SX e o Corolla GT-S de Toyota) e os carros americanos de alta performance tais como o Ford Mustang, Dodge Viper, e Pontiac GTO. Os drifters em outros paises geralmente usam carros locais, tais como o Ford Escort (Ucrânia e Irlanda), BMW Série 3 (em outras partes da Europa), Porsche, ou Volvos.

Os carros FWD (com tracção dianteira) não são permitidos nos torneios de drift como o D1GP.

Os carros AWD (com tracção nas quatro rodas, conhecidos também como 4WD ou 4×4), como o Subaru Impreza WRX STi, e Mitsubishi Lancer Evolution possuem drift de ângulos bem diferentes. D1 e outras competições profissionais não permitem carros AWD. Então, carros como o Impreza e o Lancer são convertidos para RWD para poderem competir nos torneios.

Alegoria carnavalesca - carros

Um carro alegórico, é uma alegoria onde pessoas vão em cima desfilando. O carro que vem na frente do desfile é chamado de Carro Abre-Alas e é ele que leva o nome da escola. Os carros alegóricos podem ser tanto grandes como pequenos, geralmente é usado muita luz,plumas e brilho para fazer estes carros. Os maiores carros atingem até 13 metros de altura e 60 de coprimento, dificultando a entrada na avenida. Estes carros geralmente são empurrados pos pessoas que ficam embaixo do carro.

Museu do Brinquedo - carros

O Museu do Brinquedo está situado em Sintra, distrito de Lisboa, Portugal e tem uma bela colecção internacional de brinquedos.

Os brinquedos variam desde modelos de aviões, carros e comboios, incluíndo conjuntos Hornby de 1930, a batalhões de soldados de brincar, bonecas e casas de boneca, brinquedos de folha, e curiosos carros e soldados de corda.

Esquadrão - carros

Dá-se o nome de esquadrão a uma subunidade de cavalaria de escalão equivalente ao de companhia, constituído por um conjunto de pelotões.

No Exército Português existem, como subunidades de manobra de Cavalaria:

  • 1) Esquadrões de Reconhecimento, cada um incluindo três pelotões de reconhecimento e um de morteiros;
  • 2) Esquadrões de Carros de Combate, cada um incluindo três pelotões de carros de combate;
  • 3} Esquadrões de Comando e Serviços, dentro dos quais se abrigam, entre outros, o pelotão de Manutenção e Transporte (Oficina)e o Pelotão de Obras, os quais normalmente não tiram serviço, não respondem chamada no Esquadrão, como compensação pelos serviços executados.

Além disso, existem Esquadrões de Comando e Serviços e de Apoio de Combate nos Grupos de Carros de Combate e Esquadrões de Polícia do Exército no Grupo de Polícia do Exército.

Abarth - carros de tuning

Abarth foi uma das mais importantes construtoras automovéis italiana fundada em 1949 por Carlo Abarth, de ascêndencia Austríaca.

Nos anos 60, a Abarth começou a ganhar sucesso na categoria de Hillclibing e Sports Car Racing, maioritariamente em veículos com motores de 850cc até 2000cc de cilindrada, rivalizando com o Porsche 904 e o Ferrari Dino. Hans Herrmann foi o piloto de serviço da marca desde 1962 até 1965 que venceu os 500km de Nürburgring em 1963 juntamente com Teddy Pilette.

Pouco tempo depois, Carlo Abarth prometeu a Johann Abt que o autorizava a testar carros novos vindos de fábrica gratuitamente, se este vencesse todas as provas em que a Abarth entrara - Abt quase conseguiu, vencendo 29 das 30 provas realizadas no total, ficando na ultima prova em 2º lugar.

Para além das provas desportivas que a ‘Abarth concorrera, a Abarth também começou a produzir escapes de alta performance. Mais tarde, a Abarth diversificou a sua produção em vários kits de tuning para carros afectos ao transporte de passageiros, maioritariamente da marca Fiat. A marca Abarth também foi associada na produção de carros desportivos e de competicão com a Porsche e a Simca.

Em 1971 a Abarth foi comprada pela Fiat, e a sua equipa comprada por Enzo Osella. A Abarth tornou-se num departamento particular de competição desportiva da Fiat, gerida pelo famoso engenheiro designer Aurelio Lampredi. Alguns modelos construidos pela Fiat foram utilizados pela Lancia e Autobianchi com a colaboração da Abarth, o mais famoso deles foi o Autobianchi A112 Abarth.

Fiat-Abarth 850 TC

Cavalos de força: cv 11

Cindradas:9.365

Consumo: L 6,6 x km 100

Velocidade máxima: 147 km/h

Fiat-Abarth 1000 Berlina

Cavalos de força: cv 120

Cilindradas: cm³ 982

Consumo: L 10 x km 100

Velocidade máxima: 158 km/h

Fiat-Abarth 700 Bialbero

Cavalos de força: cv 175

Cilindradas: cm³ 2,958

Consumo: L 10 x km 100

Velocidade máxima: 240 km/h

Fiat-Abarth Mono 1000

Cavalos de força: cv 12

Cilindradas: cm³ 982

Consumo: L 10 x 100 km

Velocidade máxima: km/h 175

Fiat-Abarth 1000 Bialbero

Cavalos de força: cv 12

Cilindradas: cm³ 982

Consumo: L 11 x 100 km

Velocidade máxima: km/h 215

Abarth Simica 1300 GT

Cavalos de força: cv 15

Cilindradas: cm³ 1288

Consumo: L 9 x km 100

Velocidade máxima: 230 km/h

Fiat Uno Turbo i.e. Abarth (Japão)

Cavalos em força:400 vc

Cilindradas: 25.012

Consumo: 9.6L /12 km
Velocidade máxima: 320 km/

Museu do Brinquedo - carros

O Museu do Brinquedo está situado em Sintra, distrito de Lisboa, Portugal e tem uma bela colecção internacional de brinquedos.

Os brinquedos variam desde modelos de aviões, carros e comboios, incluíndo conjuntos Hornby de 1930, a batalhões de soldados de brincar, bonecas e casas de boneca, brinquedos de folha, e curiosos carros e soldados de corda.

Tuning - carros de tuning

Tuning (expressão inglesa traduzida como afinação ou otimização) ou car tuning (afinação de carros) é simultaneamente um esporte e um passatempo que consiste em alterar as características de fato de um automóvel a um nível de personalização extrema. No contexto costuma-se imprimir no automóvel um pouco da personalidade do seu dono; está sendo muito usado para agregar valor esportivo aos carros, tornando-se assim, a arte de dar ao carro mais performance, mais segurança, mais beleza, tornando-o diferente e único. O tuning é aplicável a praticamente todos os componentes de um carro: rodas, pneus, suspensão, alterações no motor, interior, carroceria, dutos de escapamento, áudio. Há quem gaste um valor acima do próprio preço do carro com peças e acessórios, como pára-choques, asas, saias, neon, sistemas de NO² (óxido nitroso), etc. Todos estes componentes podem ser revistos de forma a terem um comportamento superior ou um aspecto que torne um carro “de série” em algo exclusivo e único.

Mas o tuning não deve apenas tornar o carro mais bonito. As alterações feitas, para além de ter preocupações estéticas, devem acrescentar características ao carro de forma a torná-lo mais potente, não desprezando a segurança e o comportamento do carro, sendo estas as características principais a conseguir. Normalmente estas alterações inspiram-se na competição, tendo os campeonatos de Super Turismo Europeu, contribuindo significativamente para a disseminação do Tuning a nível mundial. Lançado em 2001, o filme “Velozes e Furiosos”, desencadeou essa tendência pelo mundo inteiro.

NNTuning: Definição de condutor de grande qualidade, capaz de obter excelentes performances na sua condução.

Tuning no Brasil

O desenvolvimento da categoria no Brasil teve maior reconhecimento após o lançamento e consagração pública do filme “Velozes e Furiosos”. Até então, a personalização dos veículos era limitada, tanto pela pequena variedade de acessórios e equipamentos disponíveis no mercado, quanto pela própria cultura.
Antes da estréia de “Velozes e Furiosos” em 2001, o grande foco eram as competições de som automotivo, sendo a principal tendência automotiva para aqueles que se interessavam por veículos personalizados. Gradualmente, esses admiradores passaram a dispensar uma atenção maior à estética do veículo: rodas, saias aerodinâmicas e outros acessórios, entravam na composição da nota dos concorrentes em alguns campeonatos de som, enquanto cada vez mais na arrancada os competidores e patrocinadores preocupavam-se, de forma ainda discreta, com a estética de suas máquinas.

O marco da história do tuning no Brasil, que também é o marco mundial da consagração do tuning como vertente cultural e atividade econômica, é realmente o filme “Velozes e Furiosos”. Após o filme, revistas especializadas em som automotivo e arrancada passaram a dar destaque não só aos veículos “trio elétrico” ou “preparados”, e sim àqueles que tinham características da nova tendência que começava a se consolidar, completando o conjunto.
Gradativamente, essa tendência foi adquirindo espaço, inicialmente de forma isolada por aficionados por automóveis, que transformavam seus veículos em casa, oficinas e lojas de som, com os acessórios disponíveis no mercado, adesivos, e até mesmo peças artesanais.
No filme, o principal alvo de transformações são os automóveis esportivos japoneses, como Mazda RX-7, Mitsubishi Eclipse, Honda Civic e Toyota Supra. Os carros possuíam, além da preparação mecânica, adesivos laterais, asas (aerofólios), néon como iluminação noturna, e visual racing (preparação para corridas). E foi exatamente o visual que mais se destacou nos primeiros automóveis que apareceram no Brasil.

As principais diferenças com relações ao filme, que poderiam ser considerados uma “regionalização” do estilo do filme, ficaram por conta tanto dos veículos quanto do nível de preparação. No Brasil, boa parte dos automóveis tunados tinha motor de pequena cilindrada, e eram modelos compactos. A realidade de “carros populares” se transformou, pelo menos no início, na realidade do tuning, ao menos para a maioria. As alterações mecânicas eram poucas, e como a oferta de peças também era pequena, valia a imaginação. Por isso mesmo, vemos carros que em 2001 eram considerados tuning, hoje totalmente defasados, desatualizados.
Hoje, o movimento no Brasil tem mais força, atrai mais investimento, e o mercado é crescente. É possível ver Volkswagen Gol, um carro voltado para o mercado nacional e alguns países da América do Sul, Chevrolet Corsa, que não existe nos EUA, mas é presente no mercado e também é alvo do tuning na Europa, até o Nissan 350Z, um esportivo de ponta, japonês, e um dos maiores ícones do mercado atual.

Apesar de serem os esportivos japoneses da década de 90 os precursores do movimento tuning como ele é conhecido hoje, o mercado japonês é mais fechado. O estilo JDM (Japan Domestic Market) não é tão divulgado. Apenas conhecedores do assunto tem contato com ele, sabem o que significa. Enquanto no Japão o estilo consagrado pelo filme “Velozes” evoluiu, e muito, para o resto do mundo as tendências são outras. Por vários motivos. Os esportivos japoneses são pouco exportados. O drift, movimento automobilístico lá consagrado, não é difundido em larga escala. Em contrapartida, vê-se a toda hora clipes de música Black, ou Hip Hop, com carrões americanos, todo o ambiente de ostentação, e suas enormes rodas (o estilo DUB). E é aí que se encontra o Brasil: descobrindo seu próprio caminho em meio às vertentes mundiais.

Os estilos são variados e aumentam a cada dia. Para o japonês, existem o Vip Style, que são carros de grande porte, luxuosos, não necessariamente muito potentes ou novos, e com suspensão muito baixa, ou o JDM, que tem os carros mais parecidos com os do filme, e voltados em grande parte para o drifting.

Os europeus têm diversos estilos, diferentes de país para país. Alguns países têm projetos semelhantes aos brasileiros, como Espanha e Portugal, Já os adeptos do tuning nos EUA, vêm ditando as regras, graças à qualidade tecnológica, aos grandes investimentos. Mas o principal fator, atualmente, é a ascensão do Hip Hop na música, que espalha para todo o mundo as imagens do estilo DUB.

O Mercado

Com o tuning adquirindo espaço nas ruas e na mídia, o mercado passou a oferecer maiores opções desde o setor de auto-peças e acessórios after-market, até o setor de serviços. Já existem lojas e sites especializados no assunto (e são inúmeros), grandes lojas possuem departamentos voltados para esse público alvo, e os fabricantes têm a preocupação do feedback dos clientes. Pode-se dizer que o tuning é uma atividade mais dinâmica que a preparação de motores, pois as novidades aparecem em ritmo frenético, constante, com novos materiais, idéias, e equipamentos a cada dia.

Tuning e Internet

A rapidez do surgimento de novidades no mundo do tuning se deve, em grande parte, à agilidade dos meios de comunicação atuais. É um dos assuntos do mundo automobilístico mais em pauta na Internet. Devido ao fato da grande maioria dos adeptos desse fenômeno serem jovens, faixa etária que condiz com a realidade do uso da internet como meio de comunicação, a interação entre os adeptos é grande.
Com o tuning, surgiram os clubes e fóruns do assunto na internet, e até mesmo clubes de proprietários de marcas e modelos que já existiam passaram a discutir o assunto e a possuir fóruns específicos e voltados para a personalização e tuning. É comum nesses fóruns a troca de informações e dicas sobre o uso de peças e acessórios, envio de fotos dos carros de cada participante. Dessa forma, cada transformação realizada, e também o know-how, lojas, fornecedores, tudo é disseminado de forma quase instantânea.
Outro fator que impulsiona o mercado, são os eventos, que ocorrem principalmente nas grandes capitais, mas que aos poucos vão tomando conta de todo o pais. Muitas empresas investem nesses eventos, como patrocinadoras, visando atingir um público alvo e seleto que tem possibilidades financeiras para aplicar o Tuning até mesmo em seu próprio carro. Nesses eventos acontecem também campeonatos de Som, Tuning e carros rebaixados, mostrando que o mercado de Personalização está ficando cada vez mais unificado, com isto, surgindo empresas especializadas em realizar estes campeonatos, como por exemplo o, “Velocidade Máxima“, que hoje está enquadrado entre as principais promotoras do Tuning no Brasil.

Tuning é uma forma de expressão, isso se expande com os jogos para PlayStation e PC: Midnight Club 3, a série Need For Speed - Most Wanted, Underground e Carbon e a série Burnout - Burnout 2: Point Of Impact,
Burnout 3: Takedown e Burnout: Revenge

Esquadrão - carros

Dá-se o nome de esquadrão a uma subunidade de cavalaria de escalão equivalente ao de companhia, constituído por um conjunto de pelotões.

No Exército Português existem, como subunidades de manobra de Cavalaria:

  • 1) Esquadrões de Reconhecimento, cada um incluindo três pelotões de reconhecimento e um de morteiros;
  • 2) Esquadrões de Carros de Combate, cada um incluindo três pelotões de carros de combate;
  • 3} Esquadrões de Comando e Serviços, dentro dos quais se abrigam, entre outros, o pelotão de Manutenção e Transporte (Oficina)e o Pelotão de Obras, os quais normalmente não tiram serviço, não respondem chamada no Esquadrão, como compensação pelos serviços executados.

Além disso, existem Esquadrões de Comando e Serviços e de Apoio de Combate nos Grupos de Carros de Combate e Esquadrões de Polícia do Exército no Grupo de Polícia do Exército.

Formula D - carros

É um campeonato que começou inicialmente no Japão, cuja inspiração teve inicio num piloto japonês, chamado Kunimitsu Takahashi, criador da técnica em 1970 e se expandiu por todo mundo.

Em Portugal foi feita uma apresentação no Porto no Circuito da Boavista e a abertura de uma escola de condução para este campeonato os carros utilizados são os Subarus da Yukes.

Os carros utilizados em drift são bastante leves ficando por cerca de 1200 Kilos cada, é retirado praticamente tudo o que não faz falta, como: forros, todos os bancos deixando só o do piloto, mas alterando para um desportivo, alcatifas protecções em plástico entre outras.

No Japão os carros mais utilizados são o Nissan Silvia/180SX, Toyota AE86, Mazda RX-7, Nissan Cefiro (versão com tração traseira), Nissan Laurel, Nissan Skyline (com tracção traseira), Nissan Fairlady Z, Toyota Altezza, Toyota Soarer, Honda S2000, e Mazda Miata. Ja a competição de drift nos EUA utiliza versões locais desses carros (tais como Nissan 240SX e o Corolla GT-S de Toyota) e os carros americanos de alta performance tais como o Ford Mustang, Dodge Viper, e Pontiac GTO. Os drifters em outros paises geralmente usam carros locais, tais como o Ford Escort (Ucrânia e Irlanda), BMW Série 3 (em outras partes da Europa), Porsche, ou Volvos.

Os carros FWD (com tracção dianteira) não são permitidos nos torneios de drift como o D1GP.

Os carros AWD (com tracção nas quatro rodas, conhecidos também como 4WD ou 4×4), como o Subaru Impreza WRX STi, e Mitsubishi Lancer Evolution possuem drift de ângulos bem diferentes. D1 e outras competições profissionais não permitem carros AWD. Então, carros como o Impreza e o Lancer são convertidos para RWD para poderem competir nos torneios.

Formula D - carros

É um campeonato que começou inicialmente no Japão, cuja inspiração teve inicio num piloto japonês, chamado Kunimitsu Takahashi, criador da técnica em 1970 e se expandiu por todo mundo.

Em Portugal foi feita uma apresentação no Porto no Circuito da Boavista e a abertura de uma escola de condução para este campeonato os carros utilizados são os Subarus da Yukes.

Os carros utilizados em drift são bastante leves ficando por cerca de 1200 Kilos cada, é retirado praticamente tudo o que não faz falta, como: forros, todos os bancos deixando só o do piloto, mas alterando para um desportivo, alcatifas protecções em plástico entre outras.

No Japão os carros mais utilizados são o Nissan Silvia/180SX, Toyota AE86, Mazda RX-7, Nissan Cefiro (versão com tração traseira), Nissan Laurel, Nissan Skyline (com tracção traseira), Nissan Fairlady Z, Toyota Altezza, Toyota Soarer, Honda S2000, e Mazda Miata. Ja a competição de drift nos EUA utiliza versões locais desses carros (tais como Nissan 240SX e o Corolla GT-S de Toyota) e os carros americanos de alta performance tais como o Ford Mustang, Dodge Viper, e Pontiac GTO. Os drifters em outros paises geralmente usam carros locais, tais como o Ford Escort (Ucrânia e Irlanda), BMW Série 3 (em outras partes da Europa), Porsche, ou Volvos.

Os carros FWD (com tracção dianteira) não são permitidos nos torneios de drift como o D1GP.

Os carros AWD (com tracção nas quatro rodas, conhecidos também como 4WD ou 4×4), como o Subaru Impreza WRX STi, e Mitsubishi Lancer Evolution possuem drift de ângulos bem diferentes. D1 e outras competições profissionais não permitem carros AWD. Então, carros como o Impreza e o Lancer são convertidos para RWD para poderem competir nos torneios.